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Accounts5 de outubro de 2026

A publicidade chega ao ChatGPT, a começar pela imagem que lhe pediu para desenhar

Peça uma imagem ao ChatGPT e, enquanto ele trabalha, vê uma barra de progresso. No domingo a OpenAI anunciou que o espaço por baixo dessa barra está prestes a ser vendido.

O novo formato é um cartão patrocinado com fotografias de produto e um botão Saber mais, colocado ao lado da imagem que pediu e não dentro dela. A OpenAI diz que está identificado como anúncio e mantido separado do resultado, e que os anúncios ficam de fora das conversas que considerar delicadas. Os testes começam nos Estados Unidos ainda este mês, com um pequeno grupo de anunciantes. Os assinantes pagos não os vêem; o plano gratuito vê, e é aí que está a maioria dos cerca de 1,2 mil milhões de utilizadores semanais do ChatGPT.

A parte que vale a pena ler duas vezes é a canalização anunciada ao lado. A OpenAI ligou o acompanhamento de conversões através de empresas como a LiveRamp, a Hightouch e a Tealium, mais parceiros de atribuição de aplicações, ou seja, a maquinaria que liga um anúncio que viu a uma compra que fez depois noutro sítio. A DoubleVerify e a Integral Ad Science entram para verificar onde os anúncios aterram. A posição da OpenAI é que estes parceiros não acedem a conversas privadas, e não há razão para duvidar, mas a direcção é clara: o chatbot está a tornar-se uma superfície publicitária, e as superfícies publicitárias vivem de saber coisas sobre si.

Hoje não há nada a fazer além de saber que vem aí, e lembrar que um anúncio dentro de uma janela de conversa continua a ser um anúncio, com as mesmas regras sobre onde se carrega. O Windows tem o seu próprio identificador de publicidade e uma pilha de interruptores relacionados, e a verificação de privacidade e contas do Tendvane junta-os numa página em vez de cinco.

Fontes

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